Curto, simples e com alma.

As relações entre as empresas, quando falamos de negócios, mudou.

No passado, os contratos eram construídos com o propósito de proteção. Hoje, abandonamos o “juridiquês” que
complique, conhecemos a fundo os negócios e suas dinâmicas, viabilizamos aumento de receita, maximizamos retorno aos acionistas e ajudamos as empresas a decidirem quais riscos estão dispostos a correr.

Os empresários 5.0 querem contratos que consigam entender, para que possam tomar decisões rápidas e estarem conscientes dos desafios. Não querem ser engolidos pela concorrência por causa da demora numa negociação de uma minuta ou, de cláusulas com termos que causem dúvidas.

As empresas estão ágeis, e suas parceiras de negócios precisam ter a mesma cultura, para agregarem valor e serem relevantes. Costumo dizer que pratico direito com alma. As pessoas me olham as vezes tentando entender o que isso significa.

A melhor forma de explicar é fazendo uma analogia com a medicina. Posso receitar remédios e propor tratamentos, m. Mas se eu não examinar bem meu paciente, entender sua condição de vida, profissional, familiar e doenças pré-existentes, não terei a capacidade de tratá-lo de forma adequada.

Direito com alma é ouvir, dominar a realidade do negócio e ir além do jurídico.

É vestir os sapatos do cliente e da outra parte também. Só assim podemos ser propositivos, encontrar
caminhos de consenso e realmente agregar na estratégia das empresas.

Brigar é caro e geralmente dificulta a jornada em busca da solução. Direito com alma é pensar
nas pessoas envolvidas e nos negócios acima de tudo.

Sandra Brandão

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